. Falando sobre como somos....
. Foi assim uma destas minh...
. Conhecer interiormente???...
. Cifrado?
. Em breve por terra das sa...
O espectáculo que reuniu o contratenor alcobacesnse Luís Peças em conjunto com as SA Marionetas de Alcobaça no Museu do Traje no passado sábado. É bom artistas alcobacenses proporcionarem espectáculos de tão elevada qualidade pelo país fora. Parabéns pelo vosso trabalho. Mais detalhes sobre o espectáculo em www.samarionetas.com. Aproveito também para divulgar o site do Luís Peças, podem encontrá-lo em www.luispecas.com.
"Eu"
Eu sou a que no Mundo anda perdida,
eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte,
Sou a crucificada... a dolorida...
(...)
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou
Alguém que veio ao mundo para me ver
E que nunca na vida me encontrou!
Florbela Espanca
Quando te conheci...não gostei de ti. Cheguei nova, anos ainda cheios de ilusão, os amigos ficaram para trás, sentia-me perdida, abraçada em dúvidas existenciais próprias da idade. Senti-me despejada em ti, não te conhecia, os teus recantos não me diziam nada, nada me era familiar. Tinha saudades do aconchego e tu parecias demasiado grande...a tua dimensão assustou-me tanto! Não compreendia como alguma vez nos poderíamos sentir próximas...
Com o passar do tempo, acabei por ter de encontrar afinidades, mas eram muito poucas, por mais que tentasse não conseguia sentir-me bem em ti. Os dias eram sempre iguais, sinceramente não encontrava a beleza em ti de que os outros tanto falavam...
Acabei por perceber que apenas ia estar contigo o tempo que fosse necessário, apenas o estritamente necessário, porque queria voltar para junto de onde estava o meu coração...onde sempre estivera...
Acordei muitas vezes de noite...e chorei, chorei muito, porque ao abrir os olhos via que não estava em ti, estava longe, perto de ruas e praças e locais que não eram meus. Não tinha história em ti, nesses locais, nessa calçada...não tinhas marcas em mim...
Eis quando o tempo em ti foi passando e passando...já estava em ti mais do que o estritamente necessário, decidi prolongar por mais um tempo...De facto, naquele dia percebi que nunca fizera um esforço para te amar. Recusava-me a aceitar que se poderia amar ao mesmo tempo de maneiras diferentes. Sinceramente, acho que tinha medo de me apaixonar por ti, como se isso significasse trair o meu grande amor.
Foi quando te dei uma verdadeira oportunidade, ou melhor, me dei uma oportunidade de vos amar de forma diferente, sem ter de trair alguma de vós, mas especialmente o meu grande amor, Alcobaça, a minha terra, o meu berço. Percebi que poderia aprender a gostar desta nova cidade, sem te esquecer, sem te ser infiél, minha Alcobaça, pois o meu encanto por ti nunca iria desaparecer. Afinal de contas, um primeiro amor nunca se esquece.
Sem dar por ela, as ruas da calçada, aqui, foram ganhando o meu cheiro, o meu rasto, comecei por visitar muitas vezes aquele miradouro e aos poucos o teu ritmo foi-me conquistando e ganhando espaço em mim. Aquela esplanada já tinha a sua rotina nos meus dias, já ansiava pelas visitas a baixa Lisboeta no velho e encantado electrico, que balouçava nos carris...ohhh, o Bairro Alto!
Aos poucos a tua beleza surgiu aos meus olhos e conquistaste-me, sem pressas...sempre foras bela e eu nunca vira!
Nunca vira, porque nunca te dera uma oportunidade e vivia fechada num sentimento que não queria trair. Mas tu, Lisboa, mostraste-me que gostar de ti, não é trair as minhas raízes, porque posso amar-vos às duas de forma diferente, porque afinal não se gosta nunca da mesma maneira. Ensinaste-me que é preciso abrir o coração e a não ter receio das coisas novas. E muito mais que isso, a tua subtileza em escrever estórias em mim.
Hoje, já te sinto minha, o Tejo já é meu conselheiro e estou feliz porque sou mais afortunada do que alguma vez pedi à vida. Tenho o previlégio de ter o amor de duas das mais belas cidades de Portugal e por nelas existir, por nelas ter estórias para contar...
E o meu primeiro amor, esse, decerto não se sente traído, porque afinal, será lá um dia que repousarei eternamente, junto dele...
Vamos a ver como corre esta segunda mão com o Barcelona na Catalunha. O que acham, ganhamos? Estão confiantes? E resultados? Eu acho que vamos empatar 1-1, e já não precisamos de mais para passar. E vocês, qual é o vosso prognóstico? ´
Beijinhosss
Pois é, também fui atingida pela corrente!!! Aqui vai:
4 empregos que tive na vida
Só tive dois...
Apoio técnico no Ministério Neg. Estrangeiros
Gestão de Clientes
4 sítios onde vivi
Alcobaça
Olivais
Belém
Estoril ( Bicesse )
4 filmes que nunca perco
Magnólia
Magnólia
Magnólia
Magnólia
:)))
4 websites
4 sítios onde gostaria de estar agora
Hawai ( ilha Oahu )
Tailândia
Saint Tropez
Alcobaça ( a comer uma fatia de pão-de-ló da "Alcoa" )
4 vítimas
Alecrim
snow
moriana
miguel gomes
Festival de Jazz do Valado dos Frades
( 20 a 22 de Abril e 27 a 29 Abril )
Do cartaz fazem parte:
Estardalhaço Brass Band,
Trio de Afonso Pais + Edu Lobo,
Rodrigo Gonçalves "Tribology",
Sexteto de Tomás Pimentel,
Marta Hugon Quarteto - "Tender Trap",
"Cuidado com Bobi".
Informação mais detalhada em www.jazzvalado.net
Estou ansiosa pela próxima sexta feira, vou passar o fim de semana em Vilamoura, dois diazinhos calminhos e bem estou a precisar...A verdade é que nao tenho variado muito, estou sempre a dizer que vou tirar um fim de semana para ir conhecer outras cidades do nosso país, mas o que é certo é que quase sempre acabo para ir para o meu cantinho do Algarve. Acho que secalhar é porque é quase um segundo lar para mim, já faço férias em Vilamoura desde criançinha e aquela vila já faz parte de mim, já tenho os meus recantos preferidos, já sei onde posso comer um peixinho maravilhoso, ondo posso comprar os melhores D. Rodrigo, a gelataria mais calórica, umas certas lojas que me levam à falência, hehe,enfim, sinto-me em casa. Se não conhecem, aproveitem para conhecer, Vilamoura é bastante bonita e nesta altura do ano muito calma, o que eu sinceramente aprecio, porque detesto aquelas multidões de verão que tornam o Algarve intransitável e de meter os cabelos em pé!!!!